Toda noite, antes de dormir, fumo o último cigarro aqui, sentada à mesa do computador. Aproveito para jogar um pouco de paciência. Sim, o velho jogo do Windows mesmo. Às vezes, o jogo está bem fácil, assim como minha paciência.
As cartas aparecem quase que seguidas e se encaixam. Às vezes, não consigo acertar nada. Aparece aquela bolinha verde de todas as cartas viradas, mas tem um montinho que ainda não foi aberto e que não há como. Em outras, eu paro, observo as jogadas e descubro uma forma até que rápida de ganhá-lo.
Parece uma falta extrema do que fazer, não é mesmo? E em partes, o é. Tem a ver com a minha paciência que some ao esperar alguém. Ando impaciente nesse âmbito. Continuo querendo café na cama e colo, ao invés do computador.
É porque, assim como o jogo, falta um montinho para ser aberto e as cartas que estão lá embaixo parecem que nunca vão se encaixar. Parece também que eu estou tentando colocar uma carta vermelha em cima de outra vermelha (ou preta, tanto faz). Não orna, não encaixa, não cojumina, não junta! Por que, como no jogo, as coisas não andam de vez em quando?
Mas eu espero. Uma hora ganho esse jogo real.
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quinta-feira, 17 de junho de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
Interesses
Por que eu tenho que me interessar por alguém que não posso SEMPRE? Não estou apaixonada, claro. Ou ainda, sei lá. Eu sempre me autoboicoto, certo? Eu nem sou a pessoa que super acha que as outras estão em cima e tals. Só que tem coisas fofinhas acontecendo, que me encantam e eu fico nesse sentimento absurdo de eu quero, eu quero e quero mais.
Quer saber? Acho que se isso acontecer mais uma vez com essa menina, eu vou parar de pensar nos outros.
Quer saber? Acho que se isso acontecer mais uma vez com essa menina, eu vou parar de pensar nos outros.
quinta-feira, 25 de março de 2010
Procura-se Susan... desesperadamente?
Estou há dias, mais precisamente desde sábado, dia 20, pensando em escrever um texto e começar um novo blog. Pode parecer um grande erro, sendo que não tenho atualizado muito as minhas coisa internéticas, além do twitter. Ah, vá lá... também respondo aos amigos do facebook, porque gosto.
As ideias martelam minha cabeça e eu me sinto desesperada. Queria ter alguém e isso me mata. Seria legal dormir de conchinha, levar café na cama, tomar um porre de tequila ou de vinho bom ou até mesmo só deitar no colo e não falar nada, não fazer nada.
A verdade toda é que não consigo ficar sozinha. Isso já foi discutido com psicólogos, amigos e afins, e eu sei que preciso ficar um tempo comigo, sem pensar nisso.
As últimas tentativas doeram um pouco. Uma, que eu amo, está longe, tem ambições diferentes das minhas e depois de uma mensagem, puramente porque eu realmente queria tê-la comigo, resolveu a situação me deixando sem resposta.
Com a outra daria certo. Mas empecilhos, desencontros, encontros com outras e reencontros (porque não?) derrubaram o que poderia se estruturar. O fato todo é que estou cansada de beber sozinha e me esfregar com alguém numa balada qualquer. Cansada de provocações via twitter, cansada de conversas soltas no msn.
Quero um mundo real, que tenha uma Susan, uma Ana, uma Estela, uma Simone... alguém que tope dividir a minha louca vida (que é mais louca na reputação do que na realidade...)
Quero a vida como ela é, de Nelson Rodrigues, com um pouco menos de problema e com toda a intensidade.
Querer é um verbo que eu tenho usado muito, sabe?
As ideias martelam minha cabeça e eu me sinto desesperada. Queria ter alguém e isso me mata. Seria legal dormir de conchinha, levar café na cama, tomar um porre de tequila ou de vinho bom ou até mesmo só deitar no colo e não falar nada, não fazer nada.
A verdade toda é que não consigo ficar sozinha. Isso já foi discutido com psicólogos, amigos e afins, e eu sei que preciso ficar um tempo comigo, sem pensar nisso.
As últimas tentativas doeram um pouco. Uma, que eu amo, está longe, tem ambições diferentes das minhas e depois de uma mensagem, puramente porque eu realmente queria tê-la comigo, resolveu a situação me deixando sem resposta.
Com a outra daria certo. Mas empecilhos, desencontros, encontros com outras e reencontros (porque não?) derrubaram o que poderia se estruturar. O fato todo é que estou cansada de beber sozinha e me esfregar com alguém numa balada qualquer. Cansada de provocações via twitter, cansada de conversas soltas no msn.
Quero um mundo real, que tenha uma Susan, uma Ana, uma Estela, uma Simone... alguém que tope dividir a minha louca vida (que é mais louca na reputação do que na realidade...)
Quero a vida como ela é, de Nelson Rodrigues, com um pouco menos de problema e com toda a intensidade.
Querer é um verbo que eu tenho usado muito, sabe?
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